terça-feira, 17 de Julho de 2007

17/07/2007.

e dá-me sonhos teus.

domingo, 24 de Junho de 2007

24/06/2007.

Mas é melhor que nunca mais se cruzem os nossos olhares, é melhor que a palavra adeus seja mesmo essa e não outra. Chegámos ao fim do caminho. A partir daqui todas as palavras serão inúteis. Nunca saberei até que ponto ages com o coração ou apenas com a cabeça. Até que ponto te entregas ou apenas jogas. Até que ponto sentes e ages, ou apenas observas. E é por nunca ter sabido quem és, que um dia te conseguirei esquecer. Sempre disse que as diferenças iriam servir mais para nos unir do que para nos afastar. Mas agora sei que não. Ao contrário de ti, não sou, nem nunca serei, espectadora da minha própria vida.

sábado, 23 de Junho de 2007

23/06/2007.



Se em certa altura tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita;
Se em certo momento tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim;
Se em certa conversa
tivesse dito as frases que só agora, no meio-sono, elaboro;
Se tudo isso tivesse sido assim, Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro Seria insensivelmente levado a ser outro também.



quinta-feira, 21 de Junho de 2007

21/06/2007.


não és a vida, mas és o ar que respiro.


terça-feira, 19 de Junho de 2007

19/06/2007.


Somos imperfeitos porque inventamos algo que não somos capazes de imaginar: A perfeição. É monstruosa, aliás, toda e qualquer ideia de perfeição. Há algo em nós que nos permite formular a pergunta "Quem sou eu?", o que demonstra que somos uma pergunta imperfeita, poir a perfeição devia ser a capacidade de sentir a diferença entre duas coisas idênticas.

segunda-feira, 18 de Junho de 2007

18/06/2007.



De que serve o mapa se o destino está traçado?
De que serve a terra à vista se o barco está parado?
De que serve a chave se a porta está aberta?
De que servem as palavras se a casa está deserta?

Quem me leva os meus fantasmas.